
Temos utilizado a palavra Sustentabilidade de maneira comum e por vezes sem sentido.
O conceito de desenvolvimento sustentável vem sido discutido há décadas, quando tomamos consciência que a natureza de recursos “intermináveis” não era tão infinita assim.
A retirada desses recursos naturais está cada vez mais acelerada, não tem dado tempo para a regeneração e compensação do material tirado, deixando, para as gerações seguintes, suas seqüelas.
A revolução industrial teve sua participação neste processo, a produção artesanal, que atendia a demanda da sociedade no passado, passou para produção em massa em escala industrial.
A necessidade de reposição de matéria prima se tornou voraz, numa velocidade assustadora e a mudança no comportamento humano que passou a “necessitar” de mais bens de consumo, deu uma alavancada no processo construtivo industrial.
O consumismo do sistema capitalista provocou uma demanda na produção de bens nunca antes visto.
Na construção civil temos o impacto causado com o aumento populacional urbano e a carência de unidades habitacionais, provocado por uma nova forma de viver urbana com novos serviços e nova demanda.
O método construtivo para atender essa necessidade priorizava a relação economia do custo construtivo e a velocidade de entrega da unidade.
Tivemos assim exemplos de assentamentos habitacionais de variáveis padrões. Todos se justiçavam por um aproveitamento máximo da área do terreno e dimensões mínimas necessárias para seu uso.
Conceitos como: uso de energia, consumo de água, ventilação, insolação eram por vezes deixados em segundo plano. Para que se preocupar com isso se tinha a nossa disposição a energia elétrica, equipamentos de refrigeração, água encanada ( e nossos rios e mares como esgotos públicos) , etc.
A necessidade de reposição de matéria prima se tornou voraz, numa velocidade assustadora e a mudança no comportamento humano que passou a “necessitar” de mais bens de consumo, deu uma alavancada no processo construtivo industrial.
O consumismo do sistema capitalista provocou uma demanda na produção de bens nunca antes visto.
Na construção civil temos o impacto causado com o aumento populacional urbano e a carência de unidades habitacionais, provocado por uma nova forma de viver urbana com novos serviços e nova demanda.
O método construtivo para atender essa necessidade priorizava a relação economia do custo construtivo e a velocidade de entrega da unidade.
Tivemos assim exemplos de assentamentos habitacionais de variáveis padrões. Todos se justiçavam por um aproveitamento máximo da área do terreno e dimensões mínimas necessárias para seu uso.
Conceitos como: uso de energia, consumo de água, ventilação, insolação eram por vezes deixados em segundo plano. Para que se preocupar com isso se tinha a nossa disposição a energia elétrica, equipamentos de refrigeração, água encanada ( e nossos rios e mares como esgotos públicos) , etc.
